Cinco marcas que erraram em 2015


Sabemos que muita campanhas publicitárias abusam da ousadia estratégica. Pelo bem ou pelo mal, acabam chamando a atenção no mercado e causando um 'buzz' entre os consumidores mais atentos. Hora de conferir algumas “mancadas” que marcaram a publicidade brasileira neste ano. Concorda com a lista? Clique na imagem para mais informações. 


SKOL
Em plena época do carnaval, a cerveja escorregou feio na campanha “Esqueci o não em casa”. E depois de inúmeras denúncias apontando sua irresponsabilidade, a marca se viu obrigada a trocar as peças de sua campanha.






SCHIN
Para promover o Oktoberfest, a marca lançou um vídeo considerado machista. A peça mostrava uma imagem estereotipada da cidade, usando as mulheres como "atrativos" da festa em diversas profissões. E para polemizar ainda, encerrava com um bordão de duplo sentido. Depois das inúmeras reclamações, a empresa decidiu retirar o vídeo do ar.




MAGAZINE LUIZA
A promoção “Esse condomínio é meu” também teve que trocar todas as peças promocionais que já estavam no ar (imagina o trabalho e o custo disso?). Tudo porque a casa oferecida como prêmio, deveria se enquadrar nos padrões do Minha Casa Minha Vida, de acordo com o regulamento.




QUEM DISSE, BERENICE?
Apesar da promoção “É pra mim”, que defendia riscar os nãos da vida da mulher, a marca disse NÃO para uma de suas consumidoras. O caso ganhou repercussão web quando a ganhadora informou que não poderia retirar seu prêmio pessoalmente.




NOVALFEM
A marca de remédio contra cólica menstrual, foi acusada de machismo e de equiparar as dores que mulheres sentem a frescura (MIMIMI). Após as críticas nas redes sociais, a empresa cancelou sua nova campanha, veiculada na internet com a cantora Preta Gil.






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