Cestas de Natal Amaral - 1956

As Cestas de Natal foram marcantes nos anos 50 e 60. As famílias passavam o ano todo pagando as prestações mensais das cestas, muitas das vezes, com sacrifício. Mas isso era compensado quando a cesta era entregue nas casas, pouco antes do Natal. As cestas eram feitas de vime e vinham cheias de tiras de papel (às vezes, celofane colorido) ou de madeira, para proteção do valioso conteúdo. Costumava ter nozes, doces, chocolates, frutas cristalizadas, latarias, champagnes, vinhos, bolachas, compotas, brinquedinhos, disquinhos, brindes, etc. 

A Cesta de Natal Amaral era a campeã de vendas. Nela vinha um brinde disputadíssimo pelas crianças: boneco de plástico, chamado "Gigante Amaral" (uma espécie de gênio da lâmpada das histórias árabes, como Aladim). Ele segurava numa das mãos uma casinha e na outra um carro, que eram alguns dos bens sorteados entre os compradores. Tinha uma outra versão, em que ele ficava com os braços cruzados. Esse boneco-brinde foi substituído, posteriormente, por outros (Emília e Pelé).

Cada família comprava o que podia: o conteúdo das cestas variava conforme o seu número. Abaixo, campanha da Cesta de Natal Amaral veiculada em dezembro de 1956.

Propaganda da famosa Cesta de Natal Amaral, em dezembro de 1956.

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