Hustenil - 1934

Em uma cena de cinema ou teatro, um homem é retratado em apuros por causa da tosse, atrapalhando não só a si mesmo, mas também os que o cercam. A ilustração mostra bem o incômodo coletivo, reforçando a mensagem de que tossir em público é constrangedor e pode causar irritação nos outros. A solução apresentada está no uso do Hustenil, em forma de xarope ou gotas, prometendo alívio imediato para diferentes tipos de tosse.

O anúncio, veiculado na revista O Cruzeiro no dia 20 de janeiro de 1934, traz uma estratégia persuasiva que vai além da saúde: ele apela para o convívio social. O produto não só melhora o bem-estar individual, como evita constrangimentos em ambientes sociais sofisticados, como cinema e teatro. A ideia é clara: quem usa Hustenil não será o chato que perturba o espetáculo. Além disso, a promessa de ser “o mais poderoso remédio contra as tosses” reforça a autoridade e eficácia do medicamento.

De forma criativa, a propaganda transforma uma situação cotidiana em argumento de venda, associando saúde, etiqueta social e modernidade. Em 1934, a mensagem da revista O Cruzeiro foi direta: Hustenil era a chave para manter a elegância até na hora de respirar.

Em 1934, O Cruzeiro mostrou o Hustenil como solução para tosses e constrangimentos sociais em espetáculos.

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